quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

O Ponto que chegamos é o ponto final

Bem que teu ídolo alertou minha ira
A mão que afaga agora aponta e atira
Esse sangue que corre um dia foi santo
Hoje tão trêmulo, esquálido espanto

Eu avisei: o amor nos separaria
Tenho essa marca crava no peito
Pensar que o destino se atreveria
Manchar minha boca, queimar o teu leito

Para de achar que tudo é ferro e guerra
Se nem ao menos lembro tua existência
Minha alma segue,te esquece e enterra
Pra viver sem rastro dessa tua demência

Meu amor, que será de nós?
Paira surda e doente sem voz
Minha alma apaga tua memória
Esquece essa piada que foi nossa história

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E depois de música,há o motivo: